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Era das Máquinas


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Crítica
Giulio Bonanno

Crítica: “Duas Rainhas”

Nas masmorras em que Mary Stuart fora sentenciada, velas acesas revelam caminhos alternativos. O medo do desconhecido parece coisa de homem, de macho, de quem nunca menstruou ou enfrentou a dor de um parto. Do prólogo ao desfecho, dedos masculinos agem prontamente para apagar a luz e decapitar ruídos. Sob a lente do século XXI, acompanhamos a ressurgência de um legado de transformação na sociedade britânica. Não é preciso muito esforço para perceber seus ecos em tempos de intolerância, obscurantismo e polarização política. Após enviuvar-se de François, com quem tivera um casamento arranjado, Mary (Saoirse Ronan) deixa a França e

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